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"Se você treme de indignação perante uma injustiça no mundo, então somos companheiros". (Che Guevara)
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O dia em que o Monstro Parou


A quinta-feira (23/08/12) será marcada como o dia em que Belo Monte Parou. Depois de nove dias da decisão do TRF 1 de suspender esse Monstro, somente ontem a Senhora Norte Energia foi notificada oficialmente pela Justiça.
Os trabalhadores que estavam nos canteiros da barragem foram retirados na tarde de ontem, antes do fim do expediente.
Essa situação promete ser uma bela queda de braço judicial, pois o Estado brasileiro está empenhado de fazer as vontades do Império, e quer ver Belo Monte construída  e fará de tudo para derrubar a decisão do Tribunal Federal da 1ª Região.
O que vem por aí...
A Norte Energia e seus aliados já expuseram sua tática de defesa: implantar o terror em Altamira e porque não no Brasil.
Em sua nota à imprensa e em todos os espaços midiáticos que falaram os representantes da NESSA, só faltaram falar do ARMAGEDOM, mais de todas as perspectivas catastróficas com a paralização de Bel Monte discorreram aos ventos: blecaute energético no Brasil, paralisação das condicionantes, fim dos pagamentos de impostos milionários às prefeituras, Estados e União, desemprego em massa, blá blá blá...
E de fato a questão do emprego é algo preocupante, porque a Região da Transamazônica e Xingu não é enxergada pelos nossos governantes com um viés humanístico, por aqui só enxergam um Rio capaz de gerar eletricidade. Não veem gente, que precisam de políticas de Estado, capaz de dá qualidade de vida ao povo Xinguara. Só vem qualquer ação governamental pra cá se for com Belo Monte, é uma imposição. Dessa forma, transformarão àqueles que lutam contra esse Monstro, em hereges do momento (como se já não fizessem isso diariamente), mas a diferença é que pessoas ficaram desempregadas e toda a burguesia de plantão apontarão os culpados pela falta de empregos.
Só espero que essa SUB-BURGUESIA IGNORANTE, além de criminalizar os lutadores do povo, e soltar suas notas mentirosas em seus sites, também saibam reconhecer pelo menos que Belo Monte não é a única saída para a região do Xingu e Transamazônica. Que essa SUB-BURGUESIA além de expropriar a riqueza produzida pelos trabalhadores, ao menos não coloque o POVO CONTRA O POVO.

Por João Fernando

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Norte Energia, Seu Nome é Terror


Depois da enorme surpresa (sim meu caros, a Senhora Norte Energia, com toda sua dinheirama não esperava por essa decisão do Tribunal) oferecida pelo TRF1, ao embargar a obra de Belo Monte, a concessionária dona da Obra apela pela tática do TERROR!
Hoje (17/08), em uma nota publicada em seu site, a Norte Energia, faltou dizer que o mundo entrará em colapso se Belo Monte não continuar sendo construída, e aí discorre um monte de mentiras, veja algumas:
1.       Diz respeitar a Constituição e legislação ambiental;
2.       Respeita os Povos Indígenas;
3.       As obras só iniciaram depois de cumpridas todas as exigências legais (acreditem, esses três pontos estavam num único paragrafo de três linhas).
4.       Reafirma que nenhuma terra indígena será afetada;
5.       Insistem em dizer que os indígenas foram consultados;
6.       Exalta-se pela realização das Audiências públicas;
Não preciso de muito argumento pra desfazer esse discurso fraco e mentiroso, é só lembra-los que a obra foi embargada justamente por falta do cumprimento dos pontos 1 e 2 citados acima.
Dizer que Belo Monte só começou a ser construída depois das exigências cumpridas é o cúmulo da mentira! Até hoje as condicionantes estão por serem cumpridas. Alunos e professores colocados num forno que chamaram de sala de aula. O novo Hospital Municipal até hoje continua no sonho da população, porque o que temos não suporta atender a população de Altamira. O Trânsito é um inferno. O aluguel, a questão da moradia é uma situação de calamidade, pais de família tiram do pão pra pagar os aluguéis a preços astronômicos.
Quanto as Audiências Públicas! Encenação, só isso. O Povo foi lá em peso, questionou o projeto, disse NÃO, e mesmo assim chegou no estágio que está.
Depois de repetir as mentiras que já soltam diariamente, discorrem sobre o CAOS causado pela paralização de Belo Monte:
1.       A paralização de Belo Monte trará consequências irreversíveis à matriz energética brasileira;
2.       Interrupção de investimento de R$ 3 bilhões previstos em 117 programas do Projeto Básico Ambiental (PBA);
3.       As administrações municipais, estaduais e federais sentirão  as consequências em suas arrecadações, já que no recolhimento de impostos e de encargos, da ordem de R$ 45 milhões/mês, relacionados à obra de Belo Monte terão de ser paralisados;
4.       Demissão de 20 000 trabalhadores ligados à obra.
Sinceramente, lendo a Nota, em um dado momento pensei em está lendo o livro de Apocalipse. É o fim do mundo e ninguém me avisa!?
Eu me pergunto, e certamente todas as outras pessoas sensatas se perguntarão: essa cambada de engenheiros passam um tempão da vida dele numa cadeira de Universidade pra citar numa Nota somente como fonte de energia as Termoelétricas? Ah, vão catar coquinho... Tanta fonte de energia limpa, eólica, solar. De fato elas têm um defeito: não rende tanto lucro às empreiteiras, e barrageiros de plantão.
No tocante aos impostos, a própria Prefeitura de Altamira entrou na justiça pra receber os impostos sonegados pela construtora da barragem (CCBM), e a Norte Energia comprava seus materiais fora do Estado, quando o contrato inicial era comprar no Pará.
Em relação aos investimentos do PBA, o mais importante para o povo nunca foi apresentado: a moradia.
Já as demissões são de causar pesar. No entanto, um país no porte do Brasil, não pode ser refém de um único modelo de geração de emprego. Somo uma região com grande potencial produtivo, capaz de gerar muitos postes de emprego. Nunca gerou porque a intenção era criar um estado de miséria para forçar a aceitação da  barragem pela população.
Norte Energia, não será implantando o terror na mente de todos que conseguirá reverter a situação, os crimes contra os povos indígenas, contra Altamira, contra o Meio Ambiente.


Por João Fernando

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O Império Contra-Ataca

No Editorial do Jornal O Globo de hoje(16/08), veio mais um absurdo encomendado nos produtos jornalísticos dos Marinhos.
O Pior é que chegaram a dizer que os canteiros de Belo Monte vive sob ataques de guerrilhas, e trazem novamente a teoria do blecaute, da escassez de energia.
O Império Global, contra-ataca por encomenda da Senhora Norte Energia, implantado o medo, não só na nossa região, mais em todo Brasil. Depois são os Movimentos Sociais que espalha o medo...
Abaixo segue a matéria...
Por João Fernando


sábado, 21 de julho de 2012

Conversa de Bastidores: Dânica montará casas de placas para Atingidos de Belo Monte


Dânica, a maior terceirizada do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), será uma das empresas responsáveis pela construção das casas dos Atingidos Por Belo Monte. E como, já diziam os Movimentos Sociais contrários à obra, as casas serão de placa (pré-moldada).
Até aí, nenhuma novidade e sim uma constatação...
A empresa que foi a responsável por montar as salas improvisadas nas escolas que estava e ainda está em reforma, é especialista e montagem de pré-moldados.
Dânica também é a responsável por montar os alojamentos dos trabalhadores nos canteiros de obras de Belo Monstro.
Desde o principio, foi denunciado o modo como seriam feitas as novas moradias dos Atingidos, e todas as empresas nas fases de estudos, quanto a Norte Energia, depois de feito o leilão, negava como que as casas seriam de placas.
Por João Fernando

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Eleições 2012 em Altamira 3: O novo sujeito


Nas eleições altamirense sempre teve um grupo disputadíssimo por todos os candidatos: o funcionário público municipal.
Esse público além de ser concorrido, sempre foi capaz de ajudar na formação de opinião dos demais eleitores, pois o trabalhador público municipal fazia parte do termômetro dos anseios de toda a cidade: Indicava o tratamento do prefeito(a) com os servidores.
Prova disso, que nos oito anos de governo da Dona Prefeita, ela nunca fez concurso, pra manter cativos 80% dos funcionários da prefeitura. Fazia prisioneiros funcionários, família e amigos. Não é atoa que se reelegeu, boa parte de quem votou nela na verdade só queria defender o pão-de-cada-dia.
Lembro-me que em frente uma das secretarias que mais emprega, a de educação, formava-se filas imensas de homens e mulheres atrás de um emprego. Alguns sem qualquer esperança por que não tinha indicação de nenhum vereador, da Senhora Prefeita, ou de qualquer outro fanfarrão que esboça autoridade aliado dos oligarcas que estão no poder.
Pois bem, com a vinda de Belo Monstro, surge um novo sujeito: o operário.
Há que já tenha notado a presença desse elemento no jogo como um ser de grande importância para o resultado final das eleições. Para os tolos, nada diferente.
Boas partes dos operários que estão trabalhando na obra da barragem transferiram o título para Altamira. Pergunta-se: qual o compromisso dessa pessoa com a cidade? Será que de fato dará um voto de consciência?
Dizem à boca-pequena que estes sujeitos servirão de barganhas em negociatas entre candidatos e empresas. Por isso em postagens anteriores foi dito por esse mero observado que, a Senhora Norte Energia terá papel importante nas eleições 2012.
Por João Fernando


sexta-feira, 13 de julho de 2012

Eletrobras compra energia livre de Belo Monte


A energia livre da usina hidrelétrica de Belo Monte já tem a garantia de que será vendida para a Eletrobras, durante todo o prazo da concessão do empreendimento, a R$ 130 o MWh. Esse valor é aproximadamente 70% maior que o lance vencedor do leilão realizado em abril. A opção de compra dos cerca de 880 megawatts (MW) destinados ao mercado livre, 20% da energia assegurada do projeto, e seus termos estão previstos no acordo de acionistas do consórcio Norte Energia ao qual o Valor teve acesso. A tarifa acertada garante uma receita para o projeto de R$ 1 bilhão por ano.
O acordo prevê ainda que a Eletrobras, como holding e com suas subsidiárias, terá o papel de buscar novos sócios autoprodutores para a companhia e que a Gaia Energia, hoje o principal autoprodutor sócio do projeto e que pertence à Bertin, terá que se desfazer de 7% de sua participação atual, ficando com 2% na sociedade. Esse é o motivo pelo qual a Gaia não terá que apresentar a garantia de fiel cumprimento no valor de sua atual participação na Sociedade de Propósito Específico (SPE). O total do depósito a ser feito é de R$ 1 bilhão e os 7% da Gaia serão depositados pela própria Norte Energia.
A saída da Gaia também faz parte do acordo de acionistas que detalha, no papel, o que os executivos da Eletrobras tentam negar no discurso: Belo Monte será uma obra com poder exercido pela estatal. Os sócios privados, que juntos têm mais de 50%, servem apenas para legitimar a sociedade a não ter de seguir as regras da lei de licitações.
Dos sete diretores da Norte Energia, quatro serão indicados pela chamada parte pública do acordo de acionistas, ou seja, a holding Eletrobras e suas subsidiárias, que detém pouco menos que 49,9% da companhia. Essa indicação vale inclusive para o diretor presidente que já foi escolhido e será Carlos Nascimento, ex-presidente da Eletronorte. No conselho de administração, a parte pública indica a metade dos conselheiros, inclusive o presidente, que será Valter Cardeal.
A energia para os autoprodutores, que vão ter de investir no projeto, ficou a R$ 100 o MWh. Com os preços já fixados da parcela que não foi vendida ao mercado cativo, a energia de Belo Monte custará, em média, R$ 102,60. Uma importante fonte da Eletrobras explica que as opções fazem parte da garantia do projeto. No caso da autoprodução, a mesma fonte diz que o consórcio queria ficar dono dessa energia e por isso deu uma opção de saída à Gaia.
Já a opção de compra da energia destinada ao mercado livre só será exercida pela Eletrobras se a Norte Energia não obtiver preços melhores diretamente na oferta aos consumidores ou em caso de os bancos financiadores exigirem um contrato já firmado da venda dessa energia. De qualquer forma, a empresa tem garantida a venda de 70% da energia para o mercado cativo, no valor de R$ 78 (preço do leilão), R$ 130 para os 20% destinados ao mercado livre e R$ 100 para os 10% que ficam com os autoprodutores.
A venda de uma opção de compra da energia destinada ao mercado livre a um preço determinado, instrumento comum usado no mercado financeiro, também foi o modelo usado na sociedade que constrói a usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. A opção de compra da energia foi feita pela Cemig, uma das sócias do empreendimento, a um preço de R$ 139 conforme divulgado em decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O prazo em Santo Antônio, entretanto, dessa opção de compra é de 15 anos e o volume era de 390 MW médios.
Em Jirau, no rio Madeira, a energia destinada ao mercado livre, também cerca de 400 MW, ainda não foi vendida e os primeiros leilões da energia devem ocorrer no final deste ano. A empresa segurou os contratos porque quando a usina foi a leilão os preços no mercado livre caíram muito. Basicamente, os preços para o segmento cativo acabam sendo baixos porque no mercado livre é onde o empreendedor busca a remuneração do projeto.
De acordo com uma fonte da Eletrobras, a estratégia de comprar a energia de Belo Monte foi para dirimir o risco de mercado e também evitar especulação de preço. "Uma grande quantidade de energia como a de Belo Monte pode baixar muito os preços no mercado livre", disse a fonte.

Por Josette Goulart
Fonte:Valor Econômico

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Audiência Pública para discutir atendimento às famílias atingidas por Belo Monte na área urbana de Altamira


O Ministério Público Federal em Altamira marcou para esta quarta-feira(19), uma Audiência Pública para discutir a respeito do atendimento às famílias da área urbana do município que serão atingidas pelo lago de Belo Monte. O evento será realizado a partir das 19 horas na Casa da Cultura.
Para o evento foram convidadas toda a comunidade sujeita aos impactos, representantes do Ministério Público do Estado e do consórcio Norte Energia, entre outras instituições.
Segundo o MPF e lideranças comunitárias, ainda há uma grande dúvida sobre quais serão as áreas atingidas, quando se darão esses impactos, para onde as famílias serão remanejadas, qual será o valor das indenizações e qual será o modelo de imóvel e bairro a ser construído.
Por Maria Fernanda Linhares

domingo, 9 de outubro de 2011

Notas de Um Observador 8: A norte Energia vai querer economizar nas indenizações


No processo de indenização dos afetados pelo lago da barragem de Belo Monte, entende-se que na  negociação empreendedor X atingido, deve está visível aos impactados todas as possibilidades de ressarcimento.
Mas, para a Norte Energia, basta dizer às pessoas que elas poderão escolher uma nova casa num assentamento urbano ou uma quantia em dinheiro capaz de reproduzir o imóvel em outro lugar.
A questão de hoje é: a Norte Energia já tem todas as condições para perguntar se o atingido quer uma  casa ou o dinheiro como indenização?
Levanto esse questionamento por que, até onde sei, para fazer tal pergunta aos moradores, o empreendedor tem que mostrar as possibilidades concretas, tais como: onde serão os possíveis assentamentos urbanos (e suas condições de vida, como mobilidade, existência dos aparelhos sociais, etc) e o valor das indenizações em dinheiro que tocará a cada morador, assim os atingidos terá informações mínimas para fazer sua opção.
O fato é que a Norte Energia já está perguntando aos moradores qual sua opção de indenização, sem oferecer condições reais para que possam dá a resposta.
Como todos os outros empreendedores de barragem em outras partes do país, a Norte Energia, criará todas as condições para forçar aos moradores atingidos a escolher o dinheiro como indenização. Já fizeram isso na zona rural e querem repetir o fato na cidade. E por que fazer isso? Ora, pagando a indenização em dinheiro, o consórcio dono da barragem não terá mais nenhum compromisso com os atingidos, já o assentamento, cria um vinculo de obrigatoriedade de assistência do empreendedor com a comunidade, significando assim, mais gastos à Norte Energia.
O consórcio não poderá economizar na construção da barragem, adivinham onde vão economizar? Nas indenizações dos atingidos e nos salários dos trabalhadores.
Por João Fernando

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Notas de um Observador 7: Atingidos direto ou indireto?


Acompanhando a questão de Belo Monte, fui me apropriando de alguns conceitos, onde o fundamental foi o de atingido. Para o Movimento dos Atingidos Por Barragens, o conceito de atingido vai mais além do que as pessoas que serão expulsas pelo lago formado pela barragem, levam em consideração a interrupção das relações sociais, culturais e econômicas. Mas historicamente, nas construções de barragens no Brasil, as empresas têm negado o direito aos atingidos pelo lago, imaginem os que são impactos nas relações sociais culturais e econômicas, como devem ter ficado essas pessoas.
Pois bem, andando e conversando com algumas pessoas pela cidade de Altamira, tenho observado como essa barragem já tem atingido algumas categorias.
Comprei  alguns tijolos para fazer uma área aqui em casa, no ato da compra puxei conversa com um oleiro, um senhor muito distinto. Ele me falava como está difícil trabalhar, produzir os tijolos, por falta de mão-de-obra, pois os trabalhadores que lhe ajudavam foram se empregar na CCBM.
Aí me lembrei do meu compadre José, ele é marceneiro. Liguei pra saber se ele também estava com dificuldade pra conseguir trabalhador. Ele me falou que não estava tendo problemas porque a marcenaria dele é um negócio estritamente familiar, seus ajudantes são seus filhos, mas que conhecia gente que estava prestes a fechar a marcenaria porque não tinha ajudante para garantir a produção necessária do estabelecimento.
Observando com mais calma, vi realmente que as pessoas no qual eu já estava acostumado a me relacionar no mercadinho da esquina de casa, do açougue não estão mais lá. O pequeno comerciante, os oleiros, os marceneiros e tantas outras categorias estão sendo impactados por Belo Monte. Alguns deles a água do lago não vai nem chegar perto de casa, mas estão sendo afetados pela obra.
Essas pessoas são impactadas diretas ou indiretas? A Norte Energia vai criar um programa de compensação à todas essa categorias?
Por João Fernando