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"Se você treme de indignação perante uma injustiça no mundo, então somos companheiros". (Che Guevara)
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Eleitor e eleitora: qual é o seu projeto político?


Diante da questão política podemos assumir fundamentalmente três posicionamentos: o de quem quer manter o projeto político vigente (conservador), o de quem quer reformá-lo (reformista) e o de quem quer transformá-lo (transformador, libertador).
É evidente que, por a vida ser dinâmica, esses posicionamentos não são três compartimentos estanques, sem nenhuma comunicação mútua. Entre os defensores dessas três posições, pode haver, por exemplo, "acordos pontuais” sobre alguma prática política concreta, mas nunca "aliança” (a não ser por oportunismo político), que supõe comunhão de ideais, de utopias.
Antes de tudo, pergunto: O que caracteriza o projeto político dominante? É o projeto capitalista neoliberal, que é um "sistema econômico iníquo” (Documento de Aparecida - DA 385) ou um "sistema nefasto”, porque considera "o lucro como o motivo essencial do progresso econômico, a concorrência como lei suprema da economia, a propriedade privada dos bens de produção como um direito absoluto, sem limites nem obrigações correspondentes” (Paulo VI. Populorum Progressio - PP 26).
O sistema econômico capitalista neoliberal cria profundas desigualdades sociais, oprime, marginaliza, exclui e assassina os pobres como material descartável. Para esse projeto, o importante não é a vida do povo, mas o deus-mercado e os interesses dos seus servidores e adoradores. Do ponto de vista estrutural, o projeto político neoliberal é desumano, antiético e, portanto, anticristão.
Os defensores desse projeto político podem até aceitar algumas mudanças, mas só se for para modernizar o sistema e torná-lo mais eficiente. Nunca pensam em mudanças de estruturas. Com as migalhas que sobram da mesa dos ricos, promovem programas chamados de distribuição de renda, que, de um lado, servem para amenizar situações de extrema pobreza (o que é positivo) e, de outro lado, para cooptar os trabalhadores e evitar que se transformem numa ameaça para a segurança e os interesses do próprio sistema. Na realidade, porém, esses programas não distribuem a renda, mas simplesmente restituem ao povo uma pequena e insignificante parcela daquilo que é permanentemente roubado (roubo legalizado e institucionalizado) dos pobres na exploração da mão-de-obra e nos impostos sobre os produtos de primeira necessidade.
Sobretudo em época de eleições, os defensores desse projeto político fazem declarações de amor aos pobres, prometendo que irão acabar com a fome, que irão enfrentar o grave problema social das drogas e da violência, que irão cuidar da saúde, da educação, da segurança etc., mas, terminadas as eleições, nada disso acontece.
Pergunto também: O que caracteriza o projeto político reformista? Como o próprio nome diz, é o projeto capitalista neoliberal reformado. As reformas -dizem os defensores desse projeto- têm por objetivo um "capitalismo com sensibilidade e responsabilidade social”, um "capitalismo de rosto humano”, um "capitalismo humanizado”, com a redução das desigualdades sociais e a busca do bem estar social. É a chamada Terceira Via, doutrina político-econômica, idealizada por Anthony Giddens, impulsionada por Tony Blair e Lionel Jaspin, e que ganhou força com o chanceler Gerhard Schroeder e outros.
Diante desse projeto político, pergunto: Se o capitalismo neoliberal é estruturalmente desumano, pode ser humanizado? Pela lógica, a resposta é: não. O máximo que pode ser feito é amenizar, em determinadas situações conjunturais, seus efeitos iníquos.
Pergunto ainda: o que caracteriza o projeto político transformador (libertador)? É o Projeto Popular para o Brasil (e para o mundo), que -como projeto alternativo- visa mudar as estruturas e superar o capitalismo neoliberal, abrindo caminhos para um socialismo realmente democrático. ”Projeto Popular é a sociedade que queremos construir, é o objetivo a ser alcançado. Ele deverá estimular o trabalho de base, a formação militante e as ações conjuntas para a transformação de nossa sociedade. O caráter do nosso projeto não é apenas reivindicativo, mas busca construir unidade e força social para a transformação profunda das relações de produção”.
Para isso, precisamos construir o Poder Popular, que consiste na "organização autônoma e independente do povo em suas lutas concretas, sejam elas locais ou regionais, de âmbito nacional ou internacional”, como "um processo permanente de busca por igualdade e justiça”, na promoção e defesa dos Direitos Ambientais, Políticos, Sociais, Civis, Econômicos e Culturais (II Assembleia Popular Nacional. Projeto Popular para o Brasil na construção do Brasil que queremos. Luziânia, 25-28/05/10, p. 6-9).
Em outras palavras, o Projeto Popular é o projeto do Bem Viver, do Bem Conviver. Jesus de Nazaré, "profeta da maior Utopia (‘que sejamos bons como Deus é bom, que nos amemos como Ele nos amou, que demos a vida pelas pessoas que amamos’) promulgou, com sua vida e sua morte e sua vitória sobre a morte, o Bem Viver do Reino de Deus. Ele é pessoalmente um paradigma, perene e universal, do Bem Viver, do Bem Conviver” (Pedro Casaldáliga. Latino-americana Mundial 2012, p. 11).
Eleitor e eleitora, qual o projeto que você escolhe e quer para o Brasil? Quais os partidos políticos (mesmo pequenos) que hoje (e não no passado) apóiam e lutam pelo Projeto Popular? Quais os candidatos ou candidatas que se identificam com esse projeto?
As situações concretas são muito diferenciadas, sobretudo em nível municipal. Precisamos ter muito espírito crítico. Existem partidos e candidatos/as que são claramente a favor do projeto político dominante; outros que, renegando sua própria história, defendem hoje um projeto político reformista (mas, em alguns casos, ainda possibilitam pequenos espaços de atuação para quem se identifica e luta pelo Projeto Popular). Não basta o candidato ou candidata ser subjetivamente "uma pessoa boa” ou "bem intencionada”, muitas vezes, por ingenuidade política ou por causa dos condicionamentos da formação recebida. O mais importante é ver com qual projeto político o candidato ou a candidata se identifica.
Se o candidato ou a candidata e o seu partido (ou, pelo menos, uma corrente do seu partido) se identificam com o Projeto Popular -mesmo que não ganhem as eleições- marcam presença e fazem o processo político avançar no caminho da transformação. O que é totalmente repugnante, inadmissível e imoral é ver candidatos ou candidatas que, para ganhar as eleições, a qualquer custo e com qualquer meio, vendem -como se costuma dizer- até a própria mãe. Infelizmente, sobretudo na história política recente do Brasil, isso tornou-se muito comum. Uma "outra política” é possível!

Por Fr. Marcos Sassatelli
Fonte: Adital

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Eleições 2012 em Altamira 15: Candidatos a quê mesmo?


Altamira nesse pleito eleitoral de 2012, conta com 169 candidatos a vereadores concorrendo a 15 vagas disponíveis.
Temos uma árvore da diversidade eleitoral. Alguns conhecidos somente pela sua própria família, mas postulantes à vereança.
Cada candidato com os mais diversos objetivos...
Uns já conhecidos na cidade, já vereadores querem continuar mamando nas tetas do Estado gozando de um bom salário, e de privilégios que o cargo lhe dá.
Outros só estão concorrendo pra ganhar notoriedade e, ocupar um cargo privilegiado no próximo governo, pois chances de ganhar é totalmente descartada.
Alguns foram colocados para somente cumprir o papel de aumentar o número de votos necessários para alcançar o coeficiente eleitoral necessário para eleger os principais candidatos da legenda.
Não há como esconder as oportunidades que o processo eleitoral apresenta para os aproveitadores de plantão.
É irrefutável a presença de candidatos com intencionalidade explicita: ser vereador, e legislar para o bem coletivo. Mas, infelizmente nesse imenso circo, não se reconhece direito os dignos de nossos votos, pois as máscaras são muito bem encaixadas em cada rosto vilão.
Todo cuidado é pouco! Dizer que todos são iguais, é um erro grotesco. Não cometam o equivoco de equiparar um Dr. Armando Aragão da vida (envolvido com escândalo de desvio na secretaria municipal de saúde) com os candidatos com histórico de lutas pelo povo.

Por João Fernando

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Eleições 2012 em Altamira 14: Eleições sem debates!


Este período eleitoral vivido por Altamira será lembrado como a eleição da NEGAÇÃO.
Primeiro num golpe de mestre, o PMDB do Ditador (Juvenil) negou à população o direito do amplo conhecimento das propostas de todas as candidaturas, ao entrar na justiça pedindo a não vinculação da propaganda eleitoral na televisão.
Em seguida os programas jornalísticos locais promoveram entrevistas com os candidatos ao executivo municipal, mas O Grileiro (Délio) recusou-se a comparecer à gravação dos programas.
Foto: Blog D.A. da UFPA
Por fim, o Diretório Acadêmico da UFPA promoveu um debate público, convidado de maneira antecipada os três candidatos, mas somente o Ex-Menino-Pobre (Claudomiro) compareceu. Os outros dois candidatos alegaram outras atividades agendadas naquela mesma hora.
Piada ne?! Falta de respeito mesmo!!!
Todas as coligações foram avisadas com um mesmo de antecedência como reza o regulamento da “festa democrática”.
O Ditador e o Grileiro negaram à todos que lotaram as dependências da Casa da Cultura uma análise comparativa das propostas de todos os candidatos.
Uma coisa é certa, todos sabiam que Délio não compareceria. Já estou pensando em mudar o seu apelido carinhoso de Grileiro para Grileiro Fujão. O sujeito quer ser Prefeito de Altamira e não dá a cara a “tapa” para a população...vidas
Mas lógico que sabemos o motivo da ausência dos dois candidatos. Tanto Délio quanto Juvenil, não queriam que abrissem suas pregressas em público. Afinal, o passado dos dois os condena.
Com certeza nas perguntas do público perguntariam sobre os milhões da ALEPA desviados por Juvenil. Perguntariam sobre os desvios os recursos da SUDAM subtraídos por Délio. E aí, desse assunto eles fogem.
Por João Fernando

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Relações entre política e igreja voltam à tona com eleições municipais



Relações entre política e igreja voltam à tona com eleições municipais
É sob "a proteção de Deus" que os vereadores de São Paulo trabalham (Foto: Mozart Gomes. CMSP)
Na campanha eleitoral de 2012 em São Paulo, o candidato líder nas pesquisas de intenção de voto até o momento, Celso Russomanno (PRB), é conhecido por sua estreita ligação com o todo poderoso bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. 
Em busca de votos, José Serra e Valdemiro Santiago, fundador e líder da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), celebraram um acordo, executado pelo prefeito Gilberto Kassab, suspendendo um projeto urbano (o prolongamento de uma rua em Santo Amaro, zona sul de São Paulo) para não atrapalhar a construção de um templo. Para tanto, o prefeito enviou um projeto de lei que a Câmara Municipal aprovou em primeira votação. O segundo turno, marcado para ontem (5), foi adiado pelo Legislativo municipal após forte pressão em torno do tema. 
A interferência da religião na política, como mostram esses e outros exemplos, envolve todas as vertentes ideológicas, da direita à esquerda. Em sua campanha para vereador, o petista Arselino Tatto espalha panfletos pela cidade identificando-se como “um candidato cristão católico”. Em 2010, bispos financiaram a impressão de panfletos contra a candidatura de Dilma Rousseff (PT) por conta de uma falsa polêmica em torno do aborto. 
Ao inaugurar qualquer sessão na Câmara Municipal de São Paulo, o presidente da Mesa Diretora declara solenemente: “Está aberta a sessão com a proteção de Deus”. Em âmbito federal, a religiosidade tem impedido a discussão de temas cruciais pelo próprio Congresso Nacional, caso do Projeto de Lei 122/06 – que criminaliza a homofobia (confira box).
A situação é preocupante, considerando que o artigo 5º da Constituição brasileira é claro ao estabelecer que “todos são iguais perante a lei” e, no inciso VIII, determinar expressamente: “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”.
PL contra homofobia está parado no Senado 

O PL 122/06, de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP), criminaliza os atos de homofobia. Está na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Sua relatora é Marta Suplicy, conhecida por sua defesa pelos direitos dos homossexuais.

Segundo a assessoria da senadora, não há “ambiente político” para colocar o projeto em votação no momento. Marta teme colocar o PL em votação e acabar perdendo. O que é provável.

Diante do impasse, Marta afirmou, em maio: "Agora, não só a Europa, mas também a Argentina e outros países vizinhos avançam nesse tema e na proteção da diversidade. Enquanto isso, o Brasil caminha para trás".
O jornalista e sociólogo Venício A. de Lima entende que é preciso fazer uma reflexão. “É verdade que, no Brasil, o Estado é laico desde nossa primeira Constituição. Por outro lado, não se pode negar ou ignorar que a religião faz parte da vida das pessoas. As pessoas são religiosas, têm crenças.” Para ele, ass coisas se complicam quando se mistura a religião com as coisas públicas. "O serviço público deve ser prestado a qualquer pessoa da mesma maneira, independentemente de sua crença", analisa Lima. “Agora, quando temos um Conselho de Comunicação no Congresso Nacional presidido por um bispo da Igreja Católica (confira box), aí temos um problema. Assim como há problema com TVs que são concessões públicas e são sublocadas por essa ou aquela doutrina. Ou se contemplam todas ou nenhuma”, defende o sociólogo. 
Entretanto, Lima considera que o uso de determinada religião em uma campanha eleitoral, com um candidato se dizendo adepto ou chamando os fiéis a votar nele, é problema do próprio candidato. “Cada um faz a chamada que achar melhor. Se sou adepto de um credo, é claro que quero que os fiéis votem em mim”, diz. “Mas é importante dizer: se ele for eleito, no exercício do mandato, não pode fazer distinção entre esta ou aquela crença”, acrescenta.
Sarney nomeia bispo como presidente do Conselho 

O Conselho de Comunicação Social (CCS), previsto na Constituição de 1988, foi reativado no último mês de agosto. Instituído em 1991 para auxiliar o Congresso Nacional em assuntos sobre mídia, só atuou entre 2002 e 2006.

A nomeação é competência do presidente do Senado. Em agosto, o senador José Sarney (PMDB-AP) nomeou Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, como presidente e Fernando Cesar Mesquita, secretário de Comunicação Social do Senado, como vice. O mandato é de dois anos.
Em outubro de 2010, no auge da campanha eleitoral, o então candidato tucano à presidência, José Serra, atual postulante à prefeitura de São Paulo, disse em discurso para pastores da igreja Assembleia de Deus que se fosse presidente vetaria o PL 122/06 para garantir aos religiosos “o direito de pregar contra práticas homossexuais aos seus fiéis”.





Fonte: Rede Brasil Atual

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Eleições 2012 em Altamira 11: Aniversário ou Comício na Igreja?


Época de eleição é tempo de circo armado com previsão de findar o espetáculo somente após o fechamento das urnas.
Nesse 1º de Setembro presenciamos um verdadeiro espetáculo.
Foto: Blog siddy souza
Um certo  candidato a vice-prefeito, filho de um pastor de uma certa igreja conservadora e reacionária,  fez do aniversário do Pai um comício eleitoral.
Estamos tendo a oportunidade de presenciar a união da Ditadura da Força com a Ditadura da Religiosa.
No altar da Igreja o cantor contratado cantou ao lado do Ditador (Juvenil) e do Filho do Pastor (Joel Mendes). Era usando da “Casa de Deus” para promover um projeto de LOBO.
O pretexto de contratar o cantor evangélico renomado nacionalmente, era  comemoração de Aniversário do Pastor da Igreja e Patriarca da Família Mendes, mas na verdade não passou de uma oportunidade de apresentar Juvenil (O Ditador) ao fiéis.
Vale ressaltar que nas suas últimas reuniões Juvenil tem feito uso com muita propriedade de passagens bíblicas...
A Igreja sempre cumpriu esse papel de alienar e oprimir pela fé os fiéis, outrora com a Católica, hoje com ação muito forte das evangélicas.
Isso assusta, uma Igreja vestida de santa, que obriga os membros a se vestirem como se estivessem se escondendo do mundo. Se junta com um dos maiores Bandidos do Pará...

Por João Fernando

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Eleição 2012 em Altamira 4: Os Candidatos e as Cifras


Passeando pelo site do TRE, encontrei o DIVULGACAND, uma seção que mostra minimamente a vida pregressa dos nossos candidatos a prefeito e vereadores. Explicitando escolaridade, ocupação, e declaração de bens.
Penso que seria importante todos os cidadãos terem acesso a esse curriculum mínimo dos nossos prefeitáveis.  Primeiro pra ver o quanto eles acham que somos tapados. Para entenderem o motivo de minha colocação, observem a declaração dos bens de cada candidato:
·         O Ex-menino-pobre (Claudomiro): declarou um montante de  R$ 397.918,70.
·         O Sudanzeiro (Délio): declarou R$ 10.169.000,00.
·         O Ditador (Juvenil): declarou R$ 1.198.400,13.
Entenderam agora? Quem não tem noção de cifras, e de jogatinas políticas, contentam-se com esses números.  Já àqueles que conhecem o conceito de ‘laranja’, ‘caixa-dois’, e outras cositas mais, sabem que há outros valores intocados por aí.
Claro que Juvenil não irá declarar as quantias advindas de desvio da ALEPA. KKKK
            Atentem também agora para o que os honoráveis candidatos almejam gastar durante a campanha eleitoral:
·         O Ex-menino-pobre (Claudomiro): Gastará um máximo de R$ 3.000.000,00
·         O Sudanzeiro (Délio): Gastará no máximo R$ 5.000.000,00
·         O Ditador (Juvenil): Disse que gastará no máximo R$ 1.200.000,00.
Pra mim todos esses aspirantes ao poder executivo, dariam ótimos comediantes. Mas, tem um que já está pronto pra encarar o mundo da comédia: Juvenil – o nosso Ditador- Todos no mundo da política, sabe desde as últimas eleições em Altamira, que vereadores gastaram R$ 1.000.000,00 para se eleger, que dirá um candidato a prefeito.
Eu sei que os que irão ler este teste dirão: ‘esse cara tem marcação com Juvenil, porque ele dá sempre destaque a ele’. Pelo amor de Deus não pensem isso de mim (kkkk). Mas convenhamos de todos os números declarados os mais esdrúxulos é o do nosso Honorável Bandido, digo Juvenil. Kkkk
Uma coisa é certa caros leitores, o circo está armado, e as piadas são todas muito apelativas...
Por João Fernando